Céu, um lugar de surpresas!

O céu será um lugar de grandes surpresas. Consigo ver três motivos que, provavelmente, surpreenderão: o primeiro é nos vermos no céu, olharmos e vermos que conseguimos chegar; o segundo é encontrar pessoas que acreditávamos que não estariam; e terceiro, não encontrar pessoas que acreditávamos ter tudo para passar a eternidade ao lado do Pai. Cada vez que leio a Bíblia me convenço ainda mais que a nossa fé jamais deve ser isolada de uma vida prática de serviço em prol do Reino. Muitos evangélicos ensinam que devemos apenas crer. Isso é parte da verdade. Precisamos crer e trabalhar. Ser parte atuante de uma transformação social é uma experiência enriqu-ecedora em toda e qualquer comunidade. Se, esta trans-formação estiver intima-mente aliada à divulgação do Evangelho de Jesus Cristo, a atuação torna-se excelente em sua essência. Ajudar, evangelizar, socorrer, amar e mudar circunstâncias são ações que devem fazer parte dos nossos dias na Terra.

Existem três tipos de pessoas:

1 - aquelas que fazem as coisas acontecerem, 2 - aquelas que vêem as coisas acontecerem e 3 - aquelas que nem sabem que as coisas acontecem. O primeiro grupo é composto pelos transformadores sociais, pelas pessoas que fazem a diferença onde quer que estejam, que são agentes diretos e escritores de sua própria história e, principal-mente, da história daqueles que o cercam. No segundo grupo estão os meros observadores.

Geralmente, se reservam o direito de ver a vida e a comunidade como se não fizessem parte daquele contexto. São alheios às ações, mas sempre dispostos a uma crítica. E, no terceiro grupo, estão aqueles que sequer se interessam pelo que acontece ao seu redor. Preocupados apenas com suas próprias necessidades e interesses, acreditam não ter tempo para se ater a problemas alheios. O mundo gira, apenas, em torno dele mesmo.

Temos a opção de escolher exatamente em qual grupo gostaríamos de nos encaixar e viver. Podemos optar por uma vida como sujeitos ativos da História ou podemos sentar e esperar a vida passar. Gastar-se ou enferrujar? Esta é uma pergunta que espera respos-ta. Gastar-se vivendo uma existência atuante, com resultados palpáveis ou espe-rar que tudo se resolva por si, sem nenhuma ação pessoal? Esta é uma escolha de cunho extremamente íntimo. Você deve optar e definir o papel que interpretará em sua vida. Saiba, no entanto, que Deus nos colocou no mundo para fazermos diferença. Uma existência egoísta e egocên-trica não faz sentido.

Deus anseia pelo nosso envolvimento, pelo nosso desprendimento, pela nossa solidariedade. Dom Élder Câmara disse, certa vez, que ninguém é tão pobre que não possa dar, nem tão rico que não possa receber. E lembre-se: “E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.” (Mt 25:40).

Venha participar e fazer parte dos que fazem as coisas acontecerem na Missão Vida.


29 02 2016

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